segunda-feira, 2 de julho de 2012

Regulamento Exposição de Fotografias


Mostre-se – Exposição de Fotografias no Mercado

fotografias.em.rede@gmail.com

A Rede de Cidadania, integrado no projecto de dinamização do Mercado Municipal enquanto local emblemático que representa algumas das nossas preocupações – economia local, relações de proximidade, escoamento de produção local que fortaleça a soberania alimentar do concelho – pretende promover a mostra de fotografias de cidadãos montemorenses, a expôr na Banca da Rede, no Mercado Municipal.

REGULAMENTO

 Aberto a todos os cidadãos que estiverem interessados a expor uma mostra do seu trabalho, de preferência uma colecção temática ou simplesmente portfolio à sua escolha.
 O local de exposição é o espaço da Banca da Rede, no mercado, fixadas nos placards e/ou paredes.
 As fotografias serão expostas durante 4 semanas, coincidindo o fim de uma colecção com o ínicio da seguinte. O Sábado da mudança será o último sábado de cada mês, no sábado de dinamização do mercado sob responsabilidade da CMM.
 Se a Rede de Cidadania considerar justificável, poderá reduzir-se o período de exposição para duas ou uma semana, conforme o número de interessados.
 Os interessados deverão candidatar-se através do mail da Rede - cidadania.montemor@gmail.com . Quem não tiver possibilidades de candidatura por mail, poderá fazê-lo pessoalmente na Banca da Rede.
 Para a candidatura, os interessados deverão preencher uma folha de informação em anexo e enviar cópias em formato digital da colecção de fotografias a apresentar. Para quem não tiver acesso a mail ou a fotografias em formato digital, poderá entregar cópia das fotografias em papel (formato 10x15cm).
 As colecções a expôr deverão ter um mínimo de 12 e um máximo de 20 fotografias em formato 20x30cm/A4 (ou equivalente na proporção de ¾) + uma folha A4 com informação sobre o autor.
 Os suportes aceites serão, por ordem de preferência, coladas em K-line, coladas em cartão/cartolina, sem suporte.
 A colecção de fotografias com que os interessados se candidatam será sujeita à apreciação qualitativa de um Juri, composto por 3 pessoas. Cada elemento do Juri classificará a colecção como APTA ou NÃO APTA a expôr. A decisão é tomada por maioria simples e não questionável pelo candidato.
 Os candidatos serão informados da decisão por mail (ou pessoalmente na Banca da Rede para quem não tiver mail).
 As fotografias expostas serão devolvidas aos autores. Os autores deverão comprometer-se a estar presentes na Banca da Rede no dia da colocação e da retirada das suas fotografias. No caso de não estarem presentes no dia em que termina a sua exposição, para recolherem as fotografias, a rede só se responsabiliza por guardar os trabalhos durante 1 semana.
 Esta acção durará enquanto houver interessados e a Rede considerar que é válido continuar.
 Todos os casos omissos serão resolvidos pela Rede de Cidadania e/ou Juri.


quarta-feira, 20 de junho de 2012


http://cimeiradaterra2012.wordpress.com/


Este filme foi feito em Montemor pela produtora Praça Filmes, para ser apresentado durante a conferência.


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sábados Temáticos no mercado


AOS SÁBADOS NO MERCADO - a partir de Julho de 2012

1º Sábado do mês: TROCA DE SEMENTES DE EXPERIÊNCIAS
Convidam-se os interessados a virem trocar sementes ou plantas na Banca da Rede. A venda não é permitida. Vai-se tentar conseguir assegurar sempre a presença de um agricultor com experiência para estar no local, para dois dedos de conversa e ensinar o que a vida lhe ensinou.

2º Sábado do mês: FEIRA DA LADRA
Convidam-se os interessados a vir vender e/ou trocar roupa usada e tudo aquilo que merece uma segunda oportunidade.

3º Sábado do mês: COLECCIONISMO
Dos berlindes aos selos, dos cromos às moedas, quem tiver coisas para a troca que o venha fazer na Banca da Rede. É uma oportunidade para contactar com outros coleccionistas e passar uma manhã diferente.

4º Sábado do mês: EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS
 A Banca da Rede vai ser um espaço disponivel para divulgar os fotógrafos de Montemor. Cada exposição estará patente durante 4 semanas, mudando no sábado que corresponde à dinamização organizada pela CMM. 

Os interessados nestas iniciativas devem contactar-nos ou na banca do mercado (aos sábados) ou através do mail cidadania.montemor@gmail.com.

domingo, 13 de maio de 2012

ESCALA PARA BANCA DO MERCADO

Junho

02 - Ana Fonseca + Rogério
09 - Maria Leonor + Pascale
16 - Leonor + Frederico
23 - Teresa +
30 - Teresa + Ricardo

Julho

07 - Sofia + Fernanda
14 - Ana Fonseca + Rogério
21 - Manuela + Pascale
28 - Rogério + Sofia

Agosto

04 - Maria Emília + Fernanda
11 - David + Manuela
18 - Teresa + Pascale
25 - Teresa + Rogério

Setembro

01 - Ricardo +
08 -
15 - Pascale + Teresa
22 - Rogério +
29 - Teresa

Outubro

06 - Ricardo
13 -
20 -
27 -

Novembro

03 -
10 -
17 -
24 -

terça-feira, 8 de maio de 2012

Será a próxima grande coisa? Tata Motors de Índia acha que sim.
Que vão fazer as empresas petrolíferas fazer para o deter?É um motor de automóvel que funciona com ar. Assim é, o ar não gás ou diesel ou eléctricos, mas só o ar que nos rodeia. Dê uma olhada.Tata Motors da Índia tem programado o carro de ar para rodar nas ruas da Índia por agosto de 2012.O Air Car, desenvolvido pelo ex -engenheiro de Fórmula Um, Guy N. Para MDI com sede em Luxemburgo, utiliza ar comprimido para empurrar os pistões de seu motor e fazer que o carro avance.O Air Car, chamado o "Mini CAT" poderia custar ao redor de US$ 8,177.O CAT Mini, que é um carro simples, urbano ligeiro, com um chassis tubular, um corpo de fibra de vidro que não está colado com costura e acionadas por ar comprimido. Um microprocessador utiliza-se para controlar todas as funções eléctricas do automóvel. Uma pequeno rádio transmissor envia instruções às luzes, sinais e qualquer outro dispositivo elétrico no carro. Que não são muitos.A temperatura do ar limpo expulso pelo tubo de escape está entre 0 a 15 graus baixo zero, o qual o faz apto para seu uso pelo sistema de ar acondicionado interior sem necessidade de gases nem perda de potência.Não há chaves, só um cartão de acesso que pode ser lido pelo carro desde seu bolso. Segundo os desenhadores, o custo é de menos de US$ 1.12 por cada 100 km, que é aproximadamente um décimo do custo de um automóvel que funciona com gás. O kilometragem é quase o dobro do carro elétrico mais avançado, um fator que o faz uma opção perfeita para os automobilistas de cidade. O carro atinge uma velocidade máxima de 105 km por hora e teria uma faixa de ao redor de 300 kms entre recargas. Recarregar o carro será levado a  cabo em estações de serviço adaptadas com compresores especiais de ar. O abastecimento só demora 2 a 3 minutos e custa ao redor de 2.25 US$, e o carro estará pronto para mais 300 quilometros.Este carro também se pode reabastecer em casa com o compressor de bordo. Levar-lhe-á de 3 a 4 horas para encher o tanque, mas pode-se fazer enquanto você dorme.Como não há motor de combustão, a mudança de 1 litro de oleo vegetal só é necessário a cada 50,000 km. Devido à sua simplicidade, é muito pouca a manutenção que se realiza neste carro.Este carro de ar quase soa demasiado bom para ser verdade. Já vamos vê-lo em agosto de 2012. 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Banco de Terras na Feira da Natureza!

Neste fim-de-semana, o Banco de Terras de Montemor-o-Novo irá marcar presença na Feira da Natureza. Este evento é anualmente organizado pelo Grupo dos Amigos de Montemor, no Convento de São Domingos, reunindo várias iniciativas de carácter ecológico.




Realizaremos uma visita às hortas que foram instaladas no Convento de São Domingos, pelas 14h30 de sábado e 11h00 de domingo. Alguns produtores das hortas terão uma mostra dos seus produtos para venda. A Rede de Cidadania marcará presença com as suas brochuras e informações sobre as suas actividades.

Aceitam-se colaborações para as nossas bancas e visitas nas actividades!

terça-feira, 27 de março de 2012

Fábrica FEXOL - carta aberta publicada no Jornal Folha de Montemor de Março 2012

Exmos. Senhores,

Escrevo esta carta na qualidade de cidadão de Montemor-o-Novo.
Existe, atualmente, em funcionamento neste município uma unidade fabril de produção de azeite (“FEXOL”), cuja laboração me tem levantado um conjunto de preocupações e interrogações que passarei a expor.

De facto, e com especial enfoque para o período do ano que atravessamos, tem-se sentido (cheirado e visto) uma vaga de poluição sem precedentes na região. De facto muito mais do que em anos anteriores. Esta poluição consubstancia-se e materializa-se numa nuvem de fumo, bem visível, que paira sobre toda a cidade e que provoca e está na origem dum cheiro nauseabundo (interrogo-me senão poderá afetar a saúde pública!). Paralelamente constata-se aquilo que creio consistir em descargas periódicas para o meio recetor e que poluem de forma absolutamente irresponsável os cursos de água próximos, designadamente ribeiras e o rio Almansor. Tanto quanto julgo saber, qualquer descarga efetuada no meio recetor tem de ser obrigatoriamente sujeita a licenciamento e respetivo acompanhamento.
Não basta ter carta de condução…o respeito pelo código da estrada é parte principal e objeto de penalizações caso não o seja.
Com um elevadíssimo grau de certeza, esta situação e prática transgride e viola todos os princípios e regras ambientais, consistindo as mesmas, em crimes ambientais previstos, definidos e enquadrados na legislação em vigor.

Acrescento ainda que, no sentido de me informar sobre a real situação desta unidade dirigi-me aos serviços competentes, nomeadamente à Câmara Municipal, onde fui informado acerca das diligências realizadas. As mesmas (feitas em conjunto com a Direção Geral de Economia) permitiram apurar a não existência dum licenciamento assim como expuseram e evidenciaram a falta de condições de laboração. Estas diligências representam vistorias relativamente às quais não foi ainda obtida qualquer resposta, à data que escrevo.

Solicito a vossa maior atenção para a situação que vos descrevo, rogando encarecidamente a maior celeridade na indagação e posterior resolução da mesma.

Subscrevo-me atenciosamente na esperança de que darão a devida atenção a este facto tão gravoso sob todos os pontos de vista e penalizador do bem-estar de todos aqueles que habitam e frequentam esta terra que tanto se pretende estimada.


Cordialmente,

Pedro Neto
Rede de Cidadania de Montemor-o-Novo


Jantar Popular - Democracia Alimentar


No próximo dia 29 de Março, o Jantar Popular volta para reclamar a democracia alimentar!

18.30-20.00 Debate em círculo com vários/as oradores/as sobre democracia alimentar
20.30 - Jantar Popular Chili Mix de feijões tradicionais com arroz integral do Mondego e salada verde

O discurso da "sustentabilidade" que invadiu governos, governança, gestão empresarial e manuais académicos desde o fim dos anos 80, prometeu um ambiente mais são com uma gestão mais participada dos recursos naturais comuns. Mas o contrário aconteceu. O conceito "desenvolvimento sustentável" foi rapidamente reinterpretado para significar "crescimento perpetuado", que se tornou um paradigma intocável, racionalizado com o argumento de que mais crescimento promove mais riqueza, o que liberta fundos para proteger o ambiente, sendo o resto resolvido pelo avanço da tecnologia.
Mas o crescimento tão desejado verificou-se apenas para os países e empresas que conseguiram implementar economias de escala, muito à custa do ambiente e da democracia. Economias de escala incentivam a criação de monopólios, tanto sobre recursos naturais como sobre mercados.

A produção alimentar é o maior negócio global, superando até o sector da energia. Governos mais ricos e as grandes empresas agro-industriais realizaram isto muito cedo e incorporaram a agricultura nos acordos da Organização Mundial do Comércio. Hoje, a agricultura é discutida sobretudo nos "boardrooms" de multinacionais e nas cimeiras do comércio. A agricultura e os seus produtos e ainda os recursos naturais de que precisa, foram comodificados. Quem pode pagar, tem acesso aos mesmos, quem não pode, fica excluído do sistema.

O resultado das políticas agrícolas e da ganância dos últimos 50 anos é um sistema alimentar "avariado": milhares de milhões de pessoas, sobretudo rurais, foram excluídas do sistema, sem acesso à terra, água, sementes ou mesmo à alimentação mais básica. Ironicamente, o mesmo sistema alimentar causou uma epidemia de obesidade, pelo facto da comida processada ser mais barata do que a comida fresca, e há mais pessoas obesas do que famintas neste momento.
Os elos entre a produção e o consumo de alimentos foram quebrados e muitos de nós estão dependentes daquilo que os grandes supermercados nos dignam de proporcionar.

Como voltar à democracia alimentar? Como retomar a produção agrícola e alimentar e inverter a privatização e erosão dos nossos recursos naturais?

Estas e outras questões para "alimentar" a luta por comida nutritiva e apropriada, estarão em debate neste Jantar Popular. Aparece!

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A conversa começa às 18h30. O Jantar é servido às 20.30h, no RDA 69 (Rua Regueirão dos Anjos, nº 69, Lisboa).

A partir das 16h vamos estar a cozinhar, todas as mãos são bem-vindas!

O que é o Jantar Popular?
- Um Jantar comunitário vegano e livre de transgénicos que se realiza todas as Quintas-feiras no Regueirão dos Anjos nº69;
- Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários. Para colaborar, cozinhar, montar a sala, basta aparecer a uma Quinta-feira a partir das 16h.
- Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do Centro Social do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
- Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga.

A contribuição sugerida são 3€