quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Acta da Reunião Geral de 29/08/2013

GRUPO:
Reunião Geral da Rede, convocada pelo grupo coordenador em 22/8/2013.

DATA e LOCAL:
29/08/2013, 18:00 horas, na Sede da Marca, Montemor-o-Novo

PESSOAS PRESENTES:
Grupo Coordenador – Elvira Baptista, Frederik Eistrup, Rogério Godinho -, Ricardo Mata, Sofia Borges, Teresa Pinto Correia, José Matos, Luís Lima, Joana Queirós, Jorge Gonçalves, João Bolila. Pascale Millecamps, na impossibilidade de estar presente, enviou mail com a sua posição sobre os diferentes pontos da ordem de trabalhos.

ASSUNTOS AGENDADOS:

1.    ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2013
a.          Ideias da Rede sobre o que gostariamos de ser defendido e discutido pelos candidatos à CM MMN
b.         Elaboração de documento escrito que resuma essas ideias
c.          Constituição do grupo que represente a Rede em reunião com as candidaturas que nos contactaram para discutir ideias
d.         Discutir qual a posição da Rede em relação às restantes candidaturas:
i.            Colaboração SE e QUANDO a Rede for contactada para colaborar e discutir ideias
ii.          Enviar a todas as candidaturas documento escrito com as nossas ideias

2.    2ª FEIRA FRANCA COM MOEDA LOCAL
a.          Data
b.         Local e alternativas no caso de chuva
c.          Voluntários para participar na organização e presença na feira

3.    ORGÂNICA E FUNCIONALIDADE NA COMUNICAÇÃO INTERNA DA REDE
a.          Como deverá ser a orgânica de comunicação em situações que exijam uma resposta externa rápida
b.         Quem deverá ser informado e como; Necessidade de reformular as listas de mails da Rede
c.          Legitimidade do Grupo Coordenador na representação da Rede perante contactos externos

ASSUNTOS TRATADOS E RESPECTIVAS DELIBERAÇÕES FINAIS:
  1. Posição da Rede de Cidadania perante as candidaturas às Eleições Autárquicas de 29/09/2013
    1. A Rede de Cidadania não deverá apresentar ideias ou projectos às diferentes candidaturas, nomeadamente, não deverá ser fornecido ou tornado público nenhum documento escrito com essas ideias.
    2. O contacto com as candidaturas deve limitar-se a reunião, quando e se solicitada, onde deverão ser transmitidas e avaliadas as seguintes posições:
                                                               i.      Como é que as candidaturas vêm a Rede, e o que pretendem da Rede.
                                                             ii.      Qual o verdadeiro interesse e disponibilidade para, fora da campanha eleitoral, serem criados canais de comunicação e trabalho com a Rede e os cidadãos em geral.
                                                            iii.      Relembrar que as ideias e os projectos da Rede são públicos pois as reuniões são abertos a todos os interessados e, apesar da Rede ser apartidária, serão muito benvindos cidadãos com simpatias e activismo politico definido.
                                                           iv.      Reafirmar a disponibilidade para trabalhar em equipa com a autarquia, em projectos concretos, no âmbito do objecto de actuação da Rede.
    1. A Rede de Cidadania será representada nessas reuniões pelo seu grupo coordenador.
  1. Não organização da 2ª Feira Franca com Moeda Local, proposta para Setembro/2013 e dinamizar o grupo de trabalho.
  2. Elaborar um inquérito a ser distribuido a todos os endereços de mail existentes na lista de mails da Rede, a questionar qual o grau de interesse que cada um tem em receber informações da Rede e qual o grau de disponibilidade em participar na acções e projectos da Rede.


RESPONSÁVEL PELO RELATÓRIO:
Grupo Coordenador

DATA DO RELATÓRIO:
03/09/2013

ASSUNTOS TRATADOS - DESENVOLVIMENTO

1.    ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2013

O grupo coordenador informou que foi contactado por duas candidaturas às eleições autárquicas – a CDU e o CDS – a fim de reflectir em conjunto e conhecer as ideias da Rede de Cidadania, dentro do âmbito de acção da Rede. Apesar de estar ciente que a Rede não é um grupo homogéneo de pessoas e que há assuntos ainda não discutidos de modo aberto e alargado e que todas as ideias são válidas, mesmo das pessoas menos activas na Rede, a posição do grupo coordenador face este assunto teve por base o Manifesto da Rede, do qual se salienta,   a condição “apartidária” e a apresentação de ”propostas concretas” como modo de actuação onde pretendemos "promover localmente o diálogo e a dinamização de projectos nas áreas económicas, social, cultural e ambiental", "honrando a ética, a honestidade, a transparência e a humildade" e foi a seguinte:

1)       Foi considerado muito salutar que os candidatos demonstrem interesse em reflectir connosco o futuro do concelho e conhecer as nossas ideias. Esta era uma oportunidade que não podiamos deixar escapar de exercer o direito, e também de cumprir o dever, de cidadania participativa.

2)       Seria indispensável que exista um documento escrito, bem estruturado e homogéneo, que reúnisse as ideias que a Rede tem, neste momento, capacidade para sugerir.

3)       Foi considerado que não seria viável, em tempo útil, fazer um questionário dirigido a todos para pedir a opinião sobre os temas. Principalmente, porque não é claro quem são todos.

4)       Elaborou-se uma base de trabalho flexível, e foi pedido o contributo de alguns elementos da Rede, a quem o grupo coordenador reconhece "competências" em domínios de valor inestimável para o pretendido, de modo a alargar e melhorar a apresentação da Rede aos candidatos à Câmara. Para ganhar tempo, esse pedido foi enviado previamente, tendo existido uma única resposta a este apelo.  

5)       Em reunião geral, e para uma maior discussão e participação de todos, o documento deveria ser abordado pelos presentes em grupos de discussão, de modo a permitir analisar o documento base e corrigir, complementar, aglutinar, adicionar e eliminar o que fosse incomportável com os princípios da Rede. Desta forma não se excluiria nenhum cidadão interessado em colaborar, pois a convocatória para a reunião geral foi enviada a todos os endereços existentes no mail geral da Rede.

6)       Esse trabalho deveria estar finalizado até dia 5/8/13, de modo a que o texto final estivesse pronto e disponivel publicamente a partir de 6/8/13, e, assim, ser possível marcar as reuniões com as candidaturas interessadas até dia 14/9/13.

 A opinião dominante dos presentes na reunião, incluindo também a posição expressa previamente por mail de Pascale Millecamps, em tudo coincidente com as ideias da maioria, foi a distinta, e foi a seguinte:

1)       Não é claro se o interesse das candidaturas é de conhecer as sensibilidades dos membros da Rede ou a de sensibilizar os membros da Rede.

2)       A de Rede de Cidadania não deverá apresentar ideias ou projectos às diferentes candidaturas, nomeadamente, não deverá ser fornecido ou tornado público nenhum documento escrito.

3)       O contacto com as candidaturas deve limitar-se a reunião, quando e se solicitada, onde deverão ser transmitidas e avaliadas as seguintes posições:
a.        Como é que as candidaturas vêm a Rede, e o que pretendem da Rede.
b.       Qual o verdadeiro interesse e disponibilidade para, fora da campanha eleitoral, serem criados canais de comunicação e trabalho com a Rede e os cidadãos em geral.
c.        Relembrar que as ideias e os projectos da Rede são públicos pois, as reuniões são abertos a todos os interessados e, apesar da Rede ser apartidária, serão muito benvindos cidadãos com simpatias e activismo politico definido.
d.       Reafirmar a disponibilidade para trabalho em equipa com a autarquia, em projectos concretos, no âmbito do objecto de actuação da Rede.

Foi deliberado que essa representação seria feita pelo actual grupo coordenador da Rede de Cidadania.

2.    2ª FEIRA FRANCA COM MOEDA LOCAL

Quando organizámos a 1ª Feira Franca com utilização de moeda local – o Mor- em Junho/2013, foi consensual a opinião de repetir a experiência no fim do verão, procurando que se tornasse um evento periódico, de modo a que a ideia de moeda local se fosse instalando nos espíritos dos montemorenses, e assim, lenta mas de maneira persistente se conseguisse caminhar no objectivo fulcral – a criação de uma moeda local em Montemor. O plano de começar a organizar a 2ª feira Franca, para que ocorresse ainda em Setembro, era um dos pontos da Ordem de Trabalhos inicial mas foi considerado que  as acções sobre Moeda Local, deverão ser previamente sujeitas à discussão e elaboração em grupo de trabalho específico.


3.    ORGÂNICA E FUNCIONALIDADE NA COMUNICAÇÃO INTERNA DA REDE

O grupo coordenador apresentou as suas preocupações em relação à necessidade de definir algumas normas de orgânica e funcionalidade na comunicação interna da Rede, pois, para que seja possível representar a Rede e gerir alguns assuntos externos de uma forma legítima e representativa, mantendo uma filosofia democrática e participativa, as decisões da Rede de Cidadania deverão ser discutidas e decididas entre todos.

No entanto, a Rede não é uma associação, sendo o resultado das acções que cada cidadão queira desenvolver e participar, se e quando se sentir identificado e motivado para o fazer. Por essa razão, não existe uma lista de membros. O que existe é uma lista de mails geral, não catalogada, muito heterogénea.

Assim, torna-se dificil gerir a necessidade de divulgação e reunião de consensos entre todos os interessados e a necessidade de resposta atempada a alguns assuntos, sob risco de se tornar inoperante. Por outro lado, não é legítimo ser alguém da Rede, mesmo que em reunião geral, a decidir quem deve receber o quê. É por isso, opinião do grupo coordenador que há necessidade de perceber quem está interessado em participar no quê. Para tal, torna-se imperioso, questionar as pessoas presentes na lista de mail da Rede qual o seu grau de interesse e de disponibilidade de participação nas acções da Rede. Assim, foi decido elaborar um inquérito a ser distribuido a todos os endereços de mail existentes, com essas questões.
Durante e discussão foi referido que quanto maior uma lista de mail, maior as potencialidades de divulgação da Rede; a Rede não tem segredos - toda a informação deverá ser encaminhada para todos; todas as pessoas têm possibilidade de solicitar a sua exclusão da lista de mails, mas houve concordância em que seria necessário realizar o questionário.

4.   IMPROVE MONTEMOR

Fora da Ordem de Trabalhos, Jorge Gonçalves do CICS – Centro de Investigação Cultura e Sustentabilidade – informou que vai acontecer em Montemor o 1º Improve Montemor e convidou a Rede de Cidadania e os seus membros a participarem. Neste encontro, irá trabalhar-se na elaboração de um site de troca de sementes, pretendendo-se fazer outros projectos, nomeadamente no campo da organização de boleias.

  Não foi debatido mais nenhum assunto e não ficou agendada nenhuma reunião.

Montemor-O-Novo, 03 de Setembro de 2013

O Grupo Coordenador da Rede de Cidadania de Montemor-O-Novo

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

29/8/2013 - Reunião Geral da Rede

CONVOCATÓRIA

REUNIÃO GERAL 

DA REDE DE CIDADANIA DE MONTEMOR-O-NOVO


DATA: 5ª Feira, 29/08/2013, pelas 18:00 horas
LOCAL: Sede da Marca, em frente ao SAP do Centro de Saúde de Montemor
MODERADORES: Grupo Coordenador da Rede
ORDEM DE TRABALHOS:
1.    ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2013
a.       Ideias da Rede sobre o que gostariamos de ser defendido e discutido pelos candidatos à CM MMN
b.      Elaboração de documento escrito que resume essas ideias
c.       Constituição do grupo que represente a Rede em reunião com a candidatura que nos contactou para discutir ideias
d.      Discutir qual a posição da Rede em relação às restantes candidaturas:
                                                               i.      Colaboração SE e QUANDO a Rede for contactada para colaborar e discutir ideias
                                                             ii.      Enviar a todas as candidaturas documento escrito com as nossas ideias

2.    2ª FEIRA FRANCA COM MOEDA LOCAL
a.       Data
b.      Local e alternativas no caso de chuva
c.       Voluntários para participar na organização e presença na feira

3.    ORGÂNICA E FUNCIONALIDADE NA COMUNICAÇÃO INTERNA DA REDE
a.       Como deverá ser a orgânica de comunicação em situações que exijam uma resposta externa rápida
b.      Quem deverá ser informado e como; Necessidade de reformular as listas de mails da Rede
c.       Legitimidade do Grupo Coordenador na representação da Rede perante contactos externos

quarta-feira, 17 de julho de 2013

3º Aniversário da Rede de Cidadania de Montemor-O-Novo


A Rede de Cidadania de Montemor-O-Novo faz hoje 3 anos de Cidadania Activa em Montemor-O-Novo.
Pode não ter sido tanto quanto gostaríamos... mas foi alguma coisa.

Foi a DINAMIZAÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL, onde temos mantido uma banca, aberta todos os sábados de manhã, para troca de livros/CD/DVD, para venda de jornais (sem qualquer lucro!), para troca de sementes, coleccionismo e ponto de encontro, onde as crianças podem brincar um pouco. Foi as duas acções de NATAL LOCAL, onde colocámos disponíveis talões-prenda, para oferta como presente de natal, revertíveis em compras no Mercado - a ideia de oferecer couves no Natal ainda não convenceu suficientemente os Montemorenses, mas os comerciantes aderiram em massa. Foi o MOSTRE-SE - FOTOGRAFIAS EM REDE, exposição de fotografias mensal, aberto a todos os que queiram dar a conhecer os seus trabalhos (com dificuldades não esperadas numa terra com tantos e tão bons fotógrafos) e, assim, contribuir para chamar gente ao Mercado (saber mais em Mostre-se - http://fotografiasemrede.blogspot.pt). Foi a animação musical de alguns sábados, patrocinada pela CMM. Foi a tentativa de criar um mercado de roupas usadas com regularidade que (ainda) não pegou. Não sabemos, ao certo, que repercussões têm tido as nossas acções nas vendas dos comerciantes mas, temos prazer em ver que, pelo menos, não está mais moribundo do que estava há 3 anos e, até, que se vêem caras novas, que os jovens vão vender bolos, que o mercado voltou a fazer parte da geografia humana da cidade. Fazemos isso porque consideramos o Mercado Municipal um espaço emblemático da(s) cidade(s), onde se podem privilegiar as relações de proximidade e, mais facilmente, o consumidor pode influenciar o que compra, beneficiando e abrindo espaço para a produção local, defendendo a soberania alimentar da comunidade. Lentamente, iremos continuando, fazendo isso com enorme prazer!!! É essa a nossa recompensa.

Foi a participação nas ideias de sustentabilidade da Agenda 21Local, de onde emergiu o BANCO DE TERRAS. O sucesso desta acção, veio demonstrar que, afinal, a ideia de ceder os nossos terrenos não cultivados e que não temos capacidade de cultivar a quem quer cultivar e não tem terra, não é assim tão perigosa. E, aos poucos, o voltar às hortas deixou de ser uma ideia esquisita. Saber mais em https://sites.google.com/site/bancodeterrasmn/ ou em http://hortasdemontemor.blogspot.pt/.

Foi a 1ª experiência com moeda local - o MOR, MOEDA LOCAL DE MONTEMOR - e mais uma mão cheia de sugestões que, ainda, não foram suficientemente desenvolvidas e postas em prática ou não se conseguiu seduzir cabalmente o poder local, como as cooperativas de cidadãos para a produção eléctrica solar em Montemor (através da lei da Mini Geração) ou as acções de sensibilização de consumo de produtos locais como o Selo de Produto Local ou a acção Km Zero. Ainda vamos a tempo.

Foi a PARTICIPAÇÃO em acções de sustentabilidade organizados por outros, locais e nacionais, tornando a Rede um parceiro respeitado, porque sempre nos forçámos por não nos colarmos a nenhuma força política. Porque, para nós a política é aquilo que fazemos, independentemente de com quem. A nossa ideia de democracia é a Participativa, não a Representativa. O que cada um dos seus membros pensa e vota, é lá com ele, no segredo das urnas. Por alguma razão somos uma REDE e não uma associação, sem orçamento ou organização colegial. Nas redes, todos os seus elos são de igual importância e, mesmos os extremos, com ideias opostas, são suportes indispensáveis dessa rede. As pessoas e as sociedades só evoluem e amadurecem em contacto com ideias diferentes. São as opiniões diferentes que fazem questionar as nossas; circular dentro de ideais fechados, leva ao enfraquecimento das nossas mais robustas certezas.

Foi, a percepção de que, na nossa cidade, as ideias de SUSTENTABILIDADE, SOBERANIA ALIMENTAR, ENERGIAS RENOVÁVEIS E GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS, CONTROLO E GESTÃO LOCAL DA ÁGUA, ECONOMIA E MOEDA LOCAL, DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E INTERVENÇÃO NAS DECISÕES QUE NOS DIZEM RESPEITO são conceitos que os montemorenses reconhecem. Podem ou não concordar ou colaborar, mas não são conceitos estranhos.

Parabéns, pois, à Rede e aos Montemorenses.
Para saber como tudo começou, descarregue o PDF Formação da Rede.


sábado, 22 de junho de 2013

FESTA FRANCA DE MONTEMOR-O-NOVO

FESTA FRANCA DE MONTEMOR-O-NOVO


29 de Junho 2013 no Jardim Público de Montemor, a partir das 16 horas


ALMOÇO DO AGRICULTOR

29 de Junho 2013 no Mercado Municipal de Montemor, a partir das 11:30 horas






A Rede de Cidadania apela à divulgação e, principalmente, participação - como compradores e vendedores.
Anunciem este acontecimento, falem dele a todos os conhecidos e possíveis interessados - façam a notícia correr!
É importante que toda a gente, de todo o tipo e feitio, tenha conhecimento da Festa e saiba que pode vir também.

A Festa Franca só terá resultado se houver gente a participar!

No mesmo dia, pelas 11h30, haverá no Mercado Municipal o Almoço do Agricultor - que convida os produtores, vendedores e compradores associados ao Mercado a juntarem-se num convívio com comida tradicional!

VENHA PARTICIPAR E APOIAR A ECONOMIA DE MONTEMOR!

Uma Festa Franca incentiva as trocas dentro da comunidade, gerando e fixando os rendimentos dentro da cidade.
Qualquer cidadão pode participar, como vendedor e/ou comprador. É gratuito não é necessário registo.
Todo o tipo de produtos e serviços podem ser trocados e vendidos:
  • Bens alimentares de produção local (hortículas, queijos e enchidos, refeições, etc.)
  • Artesanato e objectos em segunda mão (roupa, velharias, livros, “coisas que já não uso”)
  • Outros Serviços

Defendemos assim a Soberania Alimentar da comunidade, a Re-utilização e uma Economia de base local, entre outros princípios!
A moeda aceite na Festa é o Mor - moeda local de Montemor, criada para a ocasião. Mor tem relação directa com o Euro no início (1 Mor = 1 Euro), e desvaloriza 1% ao trocar de volta - valor simbólico para incentivar as pessoas a gastarem os seus Mores.

É importante ter uma moeda local com estas características para que haja circulação dentro da comunidade – para criar riqueza e alimentar a economia local.
Para mais dúvidas, contactar:

domingo, 19 de maio de 2013

Encontro da Rede de Cidadania


"O que queres saber sobre a Rede?"

Este é o grande tema do próximo encontro geral da Rede de Cidadania de Montemor.

A realizar-se no Castelo, no jardim em frente à Igreja de S. Tiago, dia 19 de Maio (Domingo) pelas 17 horas.
Faremos um lanche convívio, tragam pic-nic.

Iremos abordar também outros pontos: mudança de grupo coordenador; a participação da Rede na Ajudada e na Cidade Preocupada; projecto da Feira Franca; e outros.

- O que queres fazer na rede?

Esperamos por todos! aos vossos amigos também!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Lançamento do DVD "Quem se Importa" em Portugal - IMPORTAS-TE?

No Ano Europeu dos Cidadãos, a Fundação EDP convida e desafia todos os estabelecimentos de ensino que ministram o ensino secundário e superior e outras organizações da sociedade civil a participar no programa IMPORTAS-TE?, disponível a partir de hoje no site da EDP, em www.fundacao.edp.pt.
Até 14 de Junho, será disponibilizado gratuitamente o DVD do “Quem se Importa”, o último documentário da reputada realizadora brasileira Mara Mourão, que mostra o trabalho de 18 empreendedores sociais, cujas ideias visionárias já transformaram milhões de vidas à escala global.
Recomendado pela Unesco, o filme tem sido selecionado para diversos Festivais Internacionais de Cinema e ganhou recentemente o prémio de melhor documentário no DocMiami International Film Festival. 
Para receber o DVD na sua organização, basta preencher o formulário de inscrição disponível no nosso site, com o compromisso de utilizá-lo, sem quaisquer fins comerciais, como uma ferramenta poderosa para disseminar a mensagem de que “qualquer pessoa pode mudar o mundo”, organizando uma ou mais sessões para visionamento e debate coletivo junto do seu público interno e respetiva comunidade envolvente.
Para isso preparámos um guia didático de apoio à dinamização do debate e com sugestões de atividades, as quais inclusivamente, poderão ser aprofundadas em contexto de sala de aula.
Através desta iniciativa, a Fundação EDP, ambiciona construir, em conjunto com toda a sociedade civil, em especial os jovens, uma cultura de cidadania ativa, onde todos seremos transformadores, capazes de dar resposta aos desafios sociais de hoje, nas respetivas comunidades em que estamos inseridos.

Teatro Maria Matos convida organizações sustentáveis a partilhar as suas práticas


Teatro Maria Matos vai apresentar, entre Abril e Julho, um programa dedicado à transição para um mundo sustentável. O programa inclui um ciclo de conferências e vários espectáculos dedicados ao tema. O encerramento do evento contará com aqueles que queiram partilhar com o público as suas actividades no âmbito da sustentabilidade.
No dia 20 de Julho, encerramento da iniciativa, terá lugar um evento para o qual estão convidadas todas as associações, organizações e grupos informais cuja actividade se relacione com o desejo de criar um mundo mais sustentável.
Será um evento ao ar livre, no qual as organizações que defendem e desenvolvem práticas sustentáveis – em ambiente, agricultura biológica, reciclagem, troca de objectos, arquitectura, design, alimentação, ensino ou outras – serão convidadas a partilhar com o público as suas práticas.
O convívio será dirigido a um público de famílias e crianças, sendo que as actividades podem incluir oficinas, pequenas apresentações, instalações interactivas e jogos.
Se estiver interessado em participar com a sua organização ou se quiser saber mais sobre a iniciativa, pode entrar em contacto para o número 218 438 800. As propostas serão aceites até 15 de Abril.
Durante a iniciativa Transição, as diversas palestras em curso vão debruçar-se sobre temáticas como os recursos naturais, economia, comida, trabalho, ambiente e Portugal sustentável. Terá ainda lugar a apresentação do documentário In Transition, da International Transition Network.
Mais informações aqui: http://greensavers.sapo.pt/2013/03/19/teatro-maria-matos-convida-organizacoes-sustentaveis-a-partilhar-as-suas-praticas/