sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Km0 Alentejo




Página nova no Blogue da Rede: Km0 Alentejo


Apesar de não ser uma acção da Rede de Cidadania de Montemor-O-Novo, pretendemos deixar nesta página notícias sobre o Km0 Alentejo, pois é uma evolução de um projecto iniciado pela Rede e por elementos da Rede, através do ICAAM, na Universidade de Évora.


DIVULGAÇÃO: Proposta de Regulamento do Mercado Municipal de MMN

DR, 2ª série, de 29/11/2019, nº 230, Parte H, página 331

MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-NOVO
Aviso n.o 19260/2019

Sumário: Consulta pública da proposta de Regulamento do Mercado Municipal de Montemor-o-
-Novo.

Consulta pública

Nos termos do disposto no artigo 101.o do Código do Procedimento Administrativo e do disposto
no artigo 241.o da Constituição da Republica Portuguesa, torna -se público que a Câmara Municipal,
em reunião de dezasseis de outubro de dois mil e dezanove, deliberou submeter a consulta pública,
pelo prazo de 30 dias úteis, a contar da data de publicação do presente Aviso em 2.a série do Diário
da República a Proposta de Regulamento do Mercado Municipal de Montemor -o -Novo, estando o
texto disponível no sitio eletrónico do Município ou presencialmente nos Serviços de Atendimento
da Câmara Municipal.
Os interessados poderão dirigir por escrito as suas sugestões endereçadas à Presidente da
Câmara Municipal, Largo dos Paços do Concelho, 7050 -127 Montemor -o -Novo ou remeter por
correio eletrónico para o endereço rsampaio@cm -montemornovo.pt no período acima mencionado.
18 de outubro de 2019. — A Presidente da Câmara Municipal, Hortênsia dos Anjos Chegado
Menino.

Proposta de Regulamento

DIVULGAÇÃO: Caravana AgroEcológica em Montemor-o-Novo



Desde Maio deste ano o grupo de investigação da Professora Sara Magalhães do cE3c, FCUL tem estado a trabalhar numa nova missão: tentar estreitar as relações entre investigação, produtores e consumidores (principalmente de produtos hortícolas) através da Agroecologia. Neste momento o grupo estão  a avançar com 3 iniciativas - os Dias Abertos dos Produtores, as Hortas nas Escolas e a Caravana AgroEcológica.

A Caravana AgroEcológica procura dar a conhecer a Agroecologia. Consiste numa metodologia participativa que resulta na realização de 4 rotas onde em Junho de 2020 se irá visitar experiências agroecológicas por diferentes regiões de Portugal. Participam na caravana agricultores, órgãos de comunicação social, escolas, instituições políticas e não-governamentais e consumidores em geral. As rotas têm prevista a duração de 4 dias, 3 noites e irão abordar de forma integrada os temas SOLO » SEMENTES » PLANTAS » ANIMAIS » CONSUMO, representando o ciclo dos agroecossistemas. No último dia, as rotas encontrar-se-ão no mesmo local (a Herdade do Freixo do Meio) onde os participantes irão partilhar as experiências vividas, com o objetivo de co-construir propostas para a criação de políticas publicas de apoio à Agroecologia. De forma a incluir a participação de todos, criámos os Amigos da Caravana AgroEcológica, onde os interessados podem acompanhar e participar na co-construção da Caravana. 
Com a Caravana AgroEcológica pretendemos fortalecer as redes e comunidades de agroecologia em Portugal.

O processo de co-construção da Caravana AgroEcológica apoia-se em várias equipas: os Mentores, que pontualmente ajudam a construir a Caravana nas suas áreas de especialização; a Comissão de Acompanhamento, um grupo de peritos que participa na co-construção da estrutura, princípios e objetivos da Caravana e das suas rotas; a Comissão Organizadora que agiliza e operacionaliza a Caravana; e as Equipas das Rotas que, localmente, colaboram na co-construção de cada rota.

A Comissão de Acompanhamento reuniu e definiu, entre outros, a pergunta, os objetivos e porque regiões devem passar as rotas da Caravana.

A Pergunta:
O que é a Agroecologia? Porquê e como a sociedade a deve apoiar?

Os objetivos:
__Fundamentar o conceito de Agroecologia, baseado em exemplos de boas práticas e perceções de diversos grupos de atores;
__Construir de forma participada conhecimento baseado na reflexão das experiências vividas principalmente por agricultores;
__  Conhecer e partilhar a realidade, importância e exemplos da Agroecologia em Portugal, envolvendo todos os seus atores.
__Co-construir linhas orientadoras e propostas para a adoção de políticas públicas de apoio à Agroecologia em Portugal;
__Fortalecer as redes e comunidades de Agroecologia em Portugal.

As regiões por onde devem passar as rotas:

ROTA 1 Beira Alta | Viseu Dão Lafões (rota realizada em parceira com outro projecto)
ROTA 2 Minho | Beira-Litoral | Ribatejo 
ROTA 3 Trás-os-Montes | Beira-Alta/Baixa |Alto -Alentejo 
ROTA 4 Algarve | Alentejo -Litoral |Baixo -Alentejo 

O processo de co-construção das rotas está a iniciar-se  localmente, pretendem  contar com a colaboração de mulheres e homens agricultores, associações locais, ONG's, cooperativas, juntas de freguesia, municípios, instituições, artistas, escolas e universidades locais.

Assim a  reunião para a co-construção da ROTA 4 Algarve | Alentejo -Litoral |Baixo -Alentejo  irá realizar-se no Auditório da Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo, dia 10 de Dezembro, terça-feira, pelas  15h00.

O objetivo da reunião é o seguinte:

- Apresentação da Caravana AgroEcológica (o que é, como funciona e o que pretende)
- Partilha pelos  participantes da sessão  de  experiências agroecológicas que  sejam  interessantes visitar durante a rota e porquê
- Outras informações

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Feira da Luz 2019 - moeda local

A Rede de cidadania convida todos os interessados pelo tema da moeda local a dirigir se ao pavilhão da associação A.MOR, associação para a moeda local de Montemor-o-Novo entre as 20 e 24h.
O pavilhão está na primeira "rua", logo a entrada da rua Manuel da Fonseca, perto do Palco das Tasquinhas.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

9 anos, foi no dia 17 de julho

Caros Redistas
Julho é mês de aniversário da Rede. Este ano fazemos 9 anos (!)
Por favor reservem já a data – a ver se nos encontramos todos e temos tempo para conversar.
Vamos celebrar no dia 24 de Julho, que é uma quarta-feira, mesmo ao fim da tarde, no Castelo, junto à Igreja de Santiago, onde já fizemos um pic-nic há uns anos.
A ideia é cada um levar qualquer coisa para comer e beber, incluindo copo e prato e talheres, e um banco ou cadeira para se sentar. E gostávamos de conversar sobre os grupos de trabalho e projectos que estão a funcionar, possíveis desenvolvimentos e cruzamentos entre eles, e sobre outros projectos que alguém queria lançar. E ficarmos a conversar com tempo. O Grupo Coordenador leva o Bolo de Aniversário !

Obrigado a todos
Grupo Coordenador da Rede de Cidadania

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

um desejo para 2019



Para começar bem 2019, gostávamos de refletir com ajuda da mensagem de um consultor/comentador que alguns poderão conhecer, no caso de seguirem a política internacional. Esta pessoa foi um diplomata britânico, era um político em ascensão, especialista nas questões mundiais mais difíceis e demitiu-se do seu cargo em 2003. Carne Ross, é seu nome, escreveu em 2011 “The Leaderless Revolution – How Ordinary People Will Take Power and Change Politics in the 21st Century” ou seja resumidamente como expressa o título em português: “A revolução sem líder” (Bertrand Editora, 2012). Porque falar deste livro nesta altura? Simplesmente, porque Carne Ross oferece para o início do ano, a mensagem, mais encorajadora que alguma vez poderemos ouvir vindo de alguém que esteve “metido até ao pescoço” na política internacional, a saber que existe forma de resgatar a esperança de que um mundo melhor, mais justo e equilibrado está ao nosso alcance.
O que nos diz Carne Ross e o que é que isso tem a ver com a Rede de Cidadania?
Na página 27 do seu livro, podemos ler: “Contudo, nesta crise existencial, eis que é revelado o primeiro ponto de apoio firme na face do penhasco dos problemas intransponíveis. A resposta tanto para a crise pessoal como para a crise coletiva é a mesma. E é simples. Pode ser apresentada por uma única palavra: arbítrio. Ter arbítrio sobre os acontecimentos – a sensação de controlo - é algo drasticamente ausente da condição contemporânea. A sua captura está disponível através de um mecanismo simples: a ação.” Assim chegamos à Rede de Cidadania, onde o que é feito vem da vontade das pessoas envolvidas deixando para trás a sensação de impotência perante os problemas. O individuo revela-se como motor da mudança que ele quer ver no mundo porque “significa que as ações no nosso próprio microcosmo podem ter consequências globais.” (p. 31) Isto é diferente de querer mudar o mundo complexo, tarefa muito difícil e com objetivos quase inatingíveis face à multitudes de problemas de todas as ordens (sociais, ambientais,…).
Agir é assumir os benefícios do debate e da responsabilidade partilhada, oferece uma maior sensação de cooperação, respeito e comunidade com os outros. Permite responder a uma necessidade, muitas vezes esquecida pela atual obsessão de bem-estar material, uma mais profunda sensação e propósitos próprios.
Obviamente, a Rede de Cidadania não se apresenta como salvadora da comunidade, longe disso, sejamos humildes, mas garante aos que se envolvem que localmente e sobre questões com as quais se preocupam, podem ter uma ação, se se-organizarem para tal.
Pelo que para 2019, temos um desejo claro: mais AÇÃO de todos!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Mercado municipal no espaço provisório

O mercado municipal mudou de instalações para o antigo Matadouro.
A Rede continua presente com os jornais e as trocas (livros, cd, dvd).
Todos os sabados de manhã é um local de encontro e convívio.