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sábado, 21 de março de 2015

Km0 Montemorense



Na Páscoa de 2015, irá oficialmente iniciar-se a experiência piloto do Kilómetro Zero Montemorense.

Sábado, dia 4/04/2015, inaugura-se oficialmente o Km0 Montemorense no Mercado Municipal, símbolo da pequena produção local e do comércio de proximidade entre produtores e consumidores. O Mercado Municipal é o epicentro do Km0 Montemorense.

Não será ainda como desejamos que venha a ser - uma participação generalizada da restauração de modo a que se possa vir a constituir uma Rota Gastronómica Km0 Montemorense.  Somos poucos, ainda, mas já é um começo. 
Um começo que se pretende que ajude a despertar as consciências para a importância que o consumir local representa para o desenvolvimento económico do Concelho, para a redução da pegada ecológica, para a defesa da biodiversidade e da pequena agricultura familiar. 
Um despertar das consciências que tem sido, também, para os problemas legais e logísticos que entravam uma utilização mais generalizada e regular dos produtos locais. Uma consciência que nos levou a perceber o muito trabalho a fazer ao nível da produção: incentivar os pequenos produtores a colectarem-se de modo a que a restauração possa utilizar mais facilmente a produção local, promover o associativismo de produtores de modo a ganharem capacidade de resposta e competitiva, interessar os intermediários a comercializarem esses produtos como nicho de mercado com futuro.

São poucos ainda os restaurantes aderentes mas participam com entusiasmo e é nossa intenção promover este pioneirismo com a divulgação possível junto da comunicação social e posto de turismo. Como experiência piloto que é, o Menu Km0 não fica fechado, estando aberto à participação de novos restaurantes, snak-bares, pastelarias, tabernas e todos os tipos de restauração do Concelho, pois todos poderão promover algum prato integrável no conceito Km0, nem que seja um copo de vinho.

Neste blogue, irão ser publicadas as novidades, com a regularidade que a disponibilidade e boa vontade o permitam.  

Apareçam na inauguração e visitem os restaurantes aderentes. O sucesso deste projecto depende de todos os cidadãos: o consumidor tem de começar a exigir produtos locais à restauração para que estes comecem a exigi-los à distribuição, para que estes os comecem a procurar nos produtores locais, para que estes acreditem e produzam mais no nosso concelho.
Para que a nossa soberania alimentar se fortaleça.



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sopa Km 0


Saber mais sobre o conceito Menu Km0 em http://morinvest.cm-montemornovo.pt/destaque.php?id=58

O Festival de Sopas deste ano, a decorrer desde hoje até dia 10/11/13, tem uma novidade que nos agrada por várias razões - a primeira experiência da aplicação do conceito de Menu Km 0, que a Rede de Cidadania tinha sugerido à CMM.
Antes de mais, ficamos satisfeitos porque esta acção demonstra que a a participação dos cidadãos na vida da sua comunidade é possível e que vale a pena continuarmos activos por uma Cidadania Participativa. E ficamos também muito satisfeitos pela divulgação do conceito de Menu Km 0, que integra uma variedade de valores que nos tocam:

  1.  Gestão sustentável dos recursos energéticos, reduzindo a energia necessária para que os produtos alimentares cheguem ao seu consumo final, com redução considerável da pegada ecológica associada à distribuição mas também a relacionada com a produção em regime intensivo e a utilização de grande quantidade de embalagens;
  2. Preservar a biodiversidade, valorizando as variedades locais;
  3. Proteger as técnicas de produção tradicional e os pequenos produtores locais e facilitando a rentabilidade económica da opção pela agricultura biológica;
  4. Promover a economia local, ao estimular a circulação económica dentro de uma comunidade.
Vamos todos provar as sopas Km0! O sucesso desta iniciativa é importante para Montemor e para os valores de sustentabilidade que defendemos. Quanto maior o sucesso e a divulgação, mais a comunidade interioriza a importância do consumo de produtos locais. Com o sucesso da sopa, mais facilmente entrará um menu completo nos restaurantes da nossa cidade. E, para o ano, poder-se-à repetir e começar a introduzir a obrigação de utilização de variedades locais nas sopas - a "nossa" arca dos sabores.
O movimento Slow Food integra também no conceito de Km 0 a "arca dos sabores" (saber mais em: http://en.wikipedia.org/wiki/Ark_of_Taste). Na arca dos sabores portuguesa, estão incluídos a alheira de Mirandela, o queijo de Nisa, a laranja de Ermelo, a Broa de Milho e o feijão Tarreste, da serra do Soajo e Peneda. E as beldroegas? e a sopa de cardos? e o arroz de catacuzes? E todas as variedades de legumes locais catalogados pela "Colher para Semear"?

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


DOON VALLEY (ÍNDIA), LISBOA, 16 de Outubro 2012 -  Hoje o mundo celebra o dia da alimentação, agradecendo a dádiva da comida e reflectindo sobre a injustiça no acesso a comida nutritiva e culturalmente apropriada, que deixa perto de mil milhões de pessoas à fome e um número ainda maior a sofrer de obesidade (1). Hoje é também o culminar da Quinzena de Acção pelas Sementes Livres, a primeira iniciativa em massa do novo movimento global para a liberdade da semente (2). Num momento crítico em que as sementes locais e tradicionais, que sustentam a alimentação de 75% das pessoas no mundo (3), estão a ser ameaçadas de extinção pela erosão e privatização genéticas, os dinamizadores do movimento pedem a libertação da semente, devolvendo este bem comum fundamental aos povos, para erradicar de vez a fome, a má nutrição e a pobreza.
Segundo o movimento global para a liberdade da semente, a falta e o excesso de comida representam dois lados da mesma medalha: um sistema global de produção de alimentos que privilegia a produção em grande escala de um número reduzido de espécies agrícolas de elevado valor acrescentado (cash-crops), tais como a soja, o milho, a colza e o trigo, em detrimento de centenas de espécies e milhares de variedades de plantas tradicionais (4). A aposta em monoculturas para a exportação e o abandono do cultivo para a auto-suficiência num grande número de países, foram acompanhados por uma perda de 75% da agro-biodiversidade a nível mundial desde 1900 (5).
As organizações e movimentos de base, especialistas, activistas, agricultores, agricultoras, guardiões e guardiãs de sementes que integram a nova aliança global, alertam para o momento de emergência que vivemos, no relatório cívico global sobre o estado das sementes de cultivo, lançado no arranque da campanha a 2 de Outubro (6). O relatório mostra como os actuais regimes de direitos de propriedade intelectual e o continuado crescimento horizontal e vertical das corporações transnacionais, têm resultado numa elevada concentração no mercado global das sementes e em restrições cada vez mais severas para a utilização das sementes, nomeadamente a proibição de guardar sementes protegidas por direitos (7). A física, autora e activista indiana, Vandana Shiva, que fez o apelo inicial para que todos se unissem na luta pela liberdade da semente, afirma: “Se a semente se torna monopólio nas mãos de meia dúzia de corporações, isso significaria a destruição da nossa biodiversidade”.
Centenas de eventos por todo o mundo assinalaram a Quinzena de Acção pelas Sementes Livres (8). Em Portugal foram organizados 17 eventos de Norte a Sul, com trocas de sementes, projecções do filme internacional “A Liberdade da Semente” (Seed Freedom), trabalho comunitário em hortas, oficinas de preservação de sementes tradicionais, e debates e encontros sobre a “emergência” da semente. Hoje pelas 15h30, mulheres e homens defensores de sementes juntar-se-ão num desfile performativo pela Baixa de Lisboa, retratando a “Maria Liberdade da Semente” - uma alusão ao quadro de Delacroix onde a mulher do povo guia o povo -, e distribuindo sementes tradicionais “livres” (9). Antes do desfile, a Campanha pelas Sementes Livres entregará um saco de sementes tradicionais juntamente com a Declaração para a Liberdade da Semente (10) à representação da Comissão Europeia em Portugal.
Para conseguir segurança e soberania alimentares, a diversidade é crucial. As explorações agrícolas biodiversas têm uma produtividade mais elevada com mais nutrientes por hectare do que as explorações que praticam a monocultura (11). Mas a agricultura baseada na biodiversidade só é possível se todos tiverem acesso às sementes adaptadas aos seus ecossistemas e culturas. Só libertando as sementes poderemos libertar a humanidade da fome e da má nutrição. O dia mundial da alimentação é o dia da libertação da semente.
 
Para mais informações:
Lanka Horstink – coordenadora da Campanha pelas Sementes Livres em Portugal, tel 910 631 664, sementeslivres@gaia.org.pt
 
Campanha pelas Sementes Livres
semear o futuro,colher a diversidade
Campo Aberto | GAIA | MPI | Plataforma Transgénicos Fora | Quercus
 
Movimento global para a Liberdade da Semente:
Smitha Peter, Navdanya, http://www.navdanya.org/
 
Notas
1) Burlingame, B. and Dernini, S. (Eds.) (2012). Sustainable diets and biodiversity: Directions and solutions for policy, research and action. Proceedings of the International Scientific Symposium BIODIVERSITY AND SUSTAINABLE DIETS UNITED AGAINST HUNGER, 3–5 November 2010, FAO Headquarters, Rome. Os números para obesidade incluem pessoas com excesso de peso (cerca de dois terços), definido como um índice de massa corporal de > 25%. Dados da WHO (Organização Mundial para a Saúde).
3) ETC Group (2008). Who Owns Nature? Corporate Power and the Final Frontier in the Commodification of Life. ETC Group Report, (publication)
4) FAO (2004) Factsheet “What is agrobiodiversity?”. In “Building on Gender, Agrobiodiversity and Local Knowledge” (2004), FAO.
5) Dados do Banco Mundial, URL http://data.worldbank.org/topic/agriculture-and-rural-development (baseado nos dados da FAO).
7) Segundo o relatório recente de ETC Group, que estuda o sector agrícola e alimentar desde há 30 anos, dez empresas controlam 73% do mercado das sementes comerciais, apenas cinco empresas detêm mais de 50% e uma única empresa, Monsanto, domina 27%. In ETC Group (2011). Who will control the Green Economy?
8) Calendário dos eventos para a Quinzena a nível mundial. Calendário dos eventos em Portugal.
11) Altieri, M.A. (2009). “Agroecology, small farms, and food sovereignty”. Monthly Review Vol 61 Nº 3 p:102-113.
 
Informação adicional
2) Mais sobre as patentes sobre as sementes e suas implicações: http://www.no-patents-on-seeds.org/ + http://seedfreedom.in/learn/who-owns-the-seed/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Hortelões do Banco de Terras já puseram a mão na massa

Alguns dos hortelões que se inscreveram no Banco de Terras de Montemor-o-Novo já puseram a mão na massa e ajudaram, antes do Natal, a limpar o terreno que envolve o Convento de São Domingos para aí serem instaladas 8 hortas.
Foi uma tarde bem passada, de trabalho e conversa amena, de adaptação ao espaço e descoberta. Deu para ver que o grupo se vai dar bem. Em Janeiro inicia-se a divisão e atribuição dos lotes e, esperemos, as primeiras sementeiras.
Entretanto este espaço já está lotado. Existem no entanto uma série de outras opções disponíveis, com e sem água, mais perto e mais afastadas da cidade de Montemor-o-Novo.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Oficina de Compostagem Caseira na Feira da Luz já com dia marcado!

Já temos uma data para a oficina de Compostagem Caseira a realizar na Feira da Luz no âmbito das actividades do Banco de Terras. Será dia 5 de Setembro, segunda-feira, pelas 18h00. Mais uma vez a entrada é livre e estão todos convidados a participar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Mãos à Horta

Mãos à Horta - uma iniciativa do Banco de Terras inserido no evento Cidade PreOcupada.
Dia 02 - Mondar com o agricultor José Cid
Dia 03 - Plantar e colher com o mestre Bernardino





terça-feira, 1 de março de 2011

Recenseamento Agrícola 2009 - Dados preliminares

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou em 15 de Dez/10 os dados preliminares do Recenseamento Agrícola 2009, comparando os resultados o recenseamento de 1999. No final de Maio de 2011 serão disponibilizados os resultados definitivos até ao nível geográfico de freguesia.
A autonomia agrícola é um dos pontos que preocupam a Rede, numa perspectiva de sustentabilidade das populações. Estes dados vêm confirmar a evolução já conhecida de diminuição da auto-suficiência agrícola.
Nos últimos 10 anos desapareceram 112 mil explorações agrícolas (1 em cada 4), correspondendo a mais de 450 mil hectares de Superfície Agrícola Utilizada (SAU). Foram principalmente as pequenas explorações ( <1 e < 5 hectares) que desapareceram, sendo o decréscimo de SAV (-6%) inferior ao decréscimo de explorações (-27%), o que traduz um aumento do peso das explorações de grandes dimensões. A paisagem agrícola também se alterou significativamente, reorientando-se para sistemas de produção extensivas. Diminuição das terras aráveis, em particular da cultura da batata (-63%), leguminosas secas (-49%) e cereais de grão (-43%) e aumento das culturas forrageiras e pastagens permanentes, em termos relativos e absolutos, que já ocupam metade da SAV.
O produtor agrícola tipo é homem, tem 63 anos, apenas completou o 1º ciclo do ensino básico, tem formação agrícola exclusivamente prática e trabalha nas actividades agrícolas da exploração cerca de 22 horas por semana; o rendimento provém maioritariamente de pensões e reformas. Apenas 6% dos produtores obtêm o rendimento exclusivamente da actividade da sua exploração agrícola. De referir que Montemor-o-Novo apresenta a maior percentagem de produtores com habilitações ao nível do ensino superior!
As explorações agrícolas tornaram-se mais mecanizadas mas a mão-de-obra familiar realiza 80% do trabalho agrícola. A realidade das empresas agrícolas é diferente: representando apenas 2% do universo de explorações agrícolas, empregam 2/3 da mão-de-obra agrícola assalariada com ocupação regular, apesar da maior mecanização e maior eficiência dessa mecanização.
Foram recenseadas cerca de 1300 unidades produtivas certificadas em modo de produção biológica, das quais 37% dirigidas para a pecuária. A SAU destas explorações representa 3% da SAU nacional, sendo a maior parte ocupada com pastagens permanentes. Apenas 1% das hortícolas e vinha, 2% dos pomares e 3% dos olivais são biológicos.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Défice da balança alimentar cresceu 23,7 por cento na última década

Nos últimos dias foram publicadas duas noticias no jornal Público relacionadas com a soberania alimentar em Portugal, quando o cabaz alimentar da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) atingiu em Dezembro o recorde histórico, depois de ter estado a subir durante seis meses consecutivos.

Boa parte dos produtos agrícolas que consumimos são importados
 (Pedro Elias/ arquivo)

Os artigos podem ser lidos em:

(10/01/2011) Portugal vai ter de pagar mais para garantir a alimentação aqui

(16/01/2011) Sector agrícola português perdeu meio milhão de hectares no espaço de dez anos aqui

"Segundo os resultados do censo, o sector agrícola continuou a envelhecer em Portugal: a idade média do produtor aumentou quatro anos e cerca de metade dos agricultores têm mais de 65 anos. .. Apenas seis por cento dos agricultores obtêm o seu rendimento exclusivamente da actividade e 64 por cento declararam, no censo, que recebem pensões e reformas."

Preocupante mas com certeza uma oportunidade, para quem tenha a habilidade de fazer uma agricultura não dependente dos financiamentos bancários, e não dependente dos factores de produção provenientes dos combustíveis fosseis e escolha modos de produção biológicos, mais amigos das pessoas e do ambiente.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

"O QUE SE PASSA DE ERRADO COM O NOSSO SISTEMA ALIMENTAR"

Por Birke Baehr, um jovem de 11 anos que fez no final de Agosto deste ano esta apresentação:



 

"Lunáticos" como este dão-nos força para continuar e acreditar num futuro melhor, mais sustentavel.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ao Encontro da Semente, 2010

No último fim de semana de Outubro tivemos em Montemor-o-Novo o evento "Ao Encontro da Semente". Organizado pela Associação Colher para Semear e pela Câmara Municipal de Montemor-o-Novo foram dois dias de palestras, oficinas, troca de semente e exposição da biodiversidade agrícola e de variedades tradicionais existentes no concelho, e de outros pontos do pais representados por sócios guardiões da associação.

Mesa de Sábios Agricultores
O encontrou começou com a apresentação as variedades de fabaceas, hortícolas e fruteiras identificadas no concelho durante o levantamento que decorreu de Março a Outubro, trabalho realizado pelo presidente da associação José Miguel Fonseca. De seguida ouve apresentações e intervenções do Sr. Jorg Bohm, Prof. Victor Guita, Sr. Simão Comenda e do Sr. Presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá. Tudo eficientemente e subtilmente moderado pela Teresa Pinto-Correia.
Na parte da tarde fez-se a apresentação do filme documental "Guardiões" um registo do Tiago Fróis e Rui Cacilhas, que nos mostra oito dos guardiões do património agrícola antigo de Montemor.
De seguida a Ana Margarida Fonseca fez uma apresentação «O Montado como sistema tradicional», a que se seguiu o inicio das oficinas com a Oficina do Barro e o Mestre Bernardino Cantanhede.
No dia seguinte começaram os mais madrugadores com a oficina prática de recolha e conservação das sementes com o José Miguel Fonseca, a que se seguiram duas oficinas de apicultura, o método tradicional do cortiço com o Mestre Custódio Pereira e a Juvenália Cantanhede, e o método convencional da colmeia móvel com o Mestre António Abel, foram todas bastante concorridas e no final saíram todos bem dispostos e satisfeitos.
Os dois últimos eventos foram a Mesa de Sábios, momentos que ficaram na memoria de quem teve naquela sala, e o encerramento musical com o Coral de São Domingos.

Para este encontro a Associação Colher para Semear decidiu pela primeira vez fornecer as refeições com produtos locais e sempre que foi possível, com produtos provenientes de agricultura biológica. Os felizardos presentes nestes repastos com receitas da região, sempre bem acompanhados tanto pelo bem dispostos presentes como do bom vinho e licores da região.

Foi um fim de semana de celebração e convívio saudável entre várias gerações, é necessário agora dar continuidade a este trabalho de identificação, valorização e preservação da biodiversidade agrícola local e nacional. A nossa rede terá aqui também um papel activo nestas tarefas, nomeadamente através dos grupos do mercado e da agricultura.